terça-feira, 31 de março de 2009
B1 – Análise e comentário reflexivo do filme EPIC 2014.
(Em associação com o filme «The Machine is Us» e o extracto «Saramago e Janela da Alma»)
O filme EPIC 2014 testemunha a dimensão gigantesca das tecnologias e a sua vertiginosa evolução. Marca a passagem de uma sociedade industrializada para uma sociedade de informação/conhecimento. Explica como, cada vez mais, num curto espaço de tempo, uma novidade se torna obsoleta evidenciando o poder incontornável da adaptabilidade humana.
Com todas estas modificações crescentes, parece natural que todos nos sintamos ainda aturdidos e não menos expectantes quanto ao nosso incerto futuro após 2015. EPIC, patenteia ainda a nossa vulnerabilidade e impotência face ao domínio das novas tecnologias no controle subtil da nossa individualidade.
A possibilidade de aceder à informação no momento é uma das consequências das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no nosso dia-a-dia, com reflexos importantíssimos na nossa educação. Informação escrita, de imagem, de som e de vídeo, permitem-nos aceder a um sem número de possibilidades de um mundo que, apesar de ser virtual, tem reflexos na realidade.
Será que o EPIC nos quer dizer que as TIC personalizam a informação de cada usuário, utilizando para fins não muito claros, as suas escolhas, os seus hábitos de consumo, os seus interesses e a sua rede social?
Está em causa o monopólio e manipulação da informação, muitas das vezes falsa e sensacionalista, com vista a atingir um dos direitos fundamentais de cada cidadão: a sua liberdade.
A democratização/globalização, expressões politicamente correctas das TIC, na verdade, não são mais que a sua massificação. Esta situação esconde o perigo do controlo mundial que as grandes empresas multinacionais podem exercer nas sociedades, bem como o emergir de novas formas de pensamento que poderão ser impostas subtilmente aos cidadãos. A globalização poderá tender para a uniformização: do indivíduo e da sociedade.
Este é o totalitarismo sem rosto a que José Saramago se refere em «Janela da alma». A máquina invisível que nos empurra, que nos direcciona a todos no mesmo sentido. É esta pressão ou força brutal que nos torna todos iguais, porque, acríticos, nos mantém escravos numa caverna globalmente planetária. Agora o Homem vive na escravatura das suas próprias ilusões, fantasias e ideais onde o que interessa são, unicamente, os bens materiais. Tudo isto em nosso favor ou a favor da saúde económica das multinacionais, especialistas em produzir desejos e necessidades supérfluas?
«The machin is Us» é, em si mesmo, um excelente exemplo da potencialidade da Web 2.0, contudo aconselha-se prudência. O filme deverá fazer as pessoas reflectirem sobre a sua relação com as tecnologias. Será que estamos a alimentar a máquina? Ou é a máquina que nos usa a nós?
O vídeo examina as mudanças que a tecnologia on-line traz à interacção humana, mostrando a evolução da World Wide Web e as suas implicações sociais e económicas. Estar em rede foi, é e será sempre uma oportunidade, que poderá ser usada em nosso favor, ou, mais frequentemente contra nós, pois poderemos ser programados por alguém que nos conhece muito bem.
A prudência apela para que o desenvolvimento quantitativo que as novas tecnologias nos proporcionam, possa desembocar num retrocesso qualitativo que, no pior dos cenários, vislumbre a extinção da espécie humana tal qual a conhecemos.
Mesmo com as TIC, o mundo continua substancialmente o mesmo: nas desigualdades, na fome, na guerra, na pobreza e na manipulação dos mais vulneráveis. Esta pode ser também a cegueira a que José Saramago se refere, uma cegueira branca, antítese do nada do escuro, mas plena de tudo que a força da luz teima em ofuscar.
O filme EPIC 2014 testemunha a dimensão gigantesca das tecnologias e a sua vertiginosa evolução. Marca a passagem de uma sociedade industrializada para uma sociedade de informação/conhecimento. Explica como, cada vez mais, num curto espaço de tempo, uma novidade se torna obsoleta evidenciando o poder incontornável da adaptabilidade humana.
Com todas estas modificações crescentes, parece natural que todos nos sintamos ainda aturdidos e não menos expectantes quanto ao nosso incerto futuro após 2015. EPIC, patenteia ainda a nossa vulnerabilidade e impotência face ao domínio das novas tecnologias no controle subtil da nossa individualidade.
A possibilidade de aceder à informação no momento é uma das consequências das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no nosso dia-a-dia, com reflexos importantíssimos na nossa educação. Informação escrita, de imagem, de som e de vídeo, permitem-nos aceder a um sem número de possibilidades de um mundo que, apesar de ser virtual, tem reflexos na realidade.
Será que o EPIC nos quer dizer que as TIC personalizam a informação de cada usuário, utilizando para fins não muito claros, as suas escolhas, os seus hábitos de consumo, os seus interesses e a sua rede social?
Está em causa o monopólio e manipulação da informação, muitas das vezes falsa e sensacionalista, com vista a atingir um dos direitos fundamentais de cada cidadão: a sua liberdade.
A democratização/globalização, expressões politicamente correctas das TIC, na verdade, não são mais que a sua massificação. Esta situação esconde o perigo do controlo mundial que as grandes empresas multinacionais podem exercer nas sociedades, bem como o emergir de novas formas de pensamento que poderão ser impostas subtilmente aos cidadãos. A globalização poderá tender para a uniformização: do indivíduo e da sociedade.
Este é o totalitarismo sem rosto a que José Saramago se refere em «Janela da alma». A máquina invisível que nos empurra, que nos direcciona a todos no mesmo sentido. É esta pressão ou força brutal que nos torna todos iguais, porque, acríticos, nos mantém escravos numa caverna globalmente planetária. Agora o Homem vive na escravatura das suas próprias ilusões, fantasias e ideais onde o que interessa são, unicamente, os bens materiais. Tudo isto em nosso favor ou a favor da saúde económica das multinacionais, especialistas em produzir desejos e necessidades supérfluas?
«The machin is Us» é, em si mesmo, um excelente exemplo da potencialidade da Web 2.0, contudo aconselha-se prudência. O filme deverá fazer as pessoas reflectirem sobre a sua relação com as tecnologias. Será que estamos a alimentar a máquina? Ou é a máquina que nos usa a nós?
O vídeo examina as mudanças que a tecnologia on-line traz à interacção humana, mostrando a evolução da World Wide Web e as suas implicações sociais e económicas. Estar em rede foi, é e será sempre uma oportunidade, que poderá ser usada em nosso favor, ou, mais frequentemente contra nós, pois poderemos ser programados por alguém que nos conhece muito bem.
A prudência apela para que o desenvolvimento quantitativo que as novas tecnologias nos proporcionam, possa desembocar num retrocesso qualitativo que, no pior dos cenários, vislumbre a extinção da espécie humana tal qual a conhecemos.
Mesmo com as TIC, o mundo continua substancialmente o mesmo: nas desigualdades, na fome, na guerra, na pobreza e na manipulação dos mais vulneráveis. Esta pode ser também a cegueira a que José Saramago se refere, uma cegueira branca, antítese do nada do escuro, mas plena de tudo que a força da luz teima em ofuscar.
Acesso ao filme «EPIC 2014»:
Acesso ao filme «The Machine is Us»:
Acesso ao extracto «Saramago e Janela da Alma»:
A3 – Reflexão sobre o potencial da blogosfera.
Entende-se por blogosfera o conjunto de todos os blogues que existem e que criam uma rede ou comunidade à escala mundial.
Sendo o blogue um espaço onde cada indivíduo pode escrever – de forma rápida, sem limitações, a qualquer hora e em qualquer lugar – aquilo que pensa, que sabe ou que sente, colocando essa informação em tempo real ao alcance de toda a comunidade de internautas, podemos afirmar que o seu potencial é imenso.
Tais potencialidades acarretam sempre vantagens e inconvenientes. Se por um lado, do ponto de vista educacional, a blogosfera assume-se como um efectivo meio de transmissão de conhecimento pela sua rapidez e facilidade de acesso, naturalmente que outros pontos de vista têm que ser tidos em conta: a fiabilidade, intencionalidade e veracidade das informações.
Hoje em dia muitas são as pessoas que possuem blogues, desde o comum dos mortais, até ao cientista, político ou jornalista. Se uns o utilizam por simples prazer, outros terão certamente segundas intenções, podendo usá-lo para controlar as consciências daqueles que não estão atentos e que, alienados do mundo real, são facilmente manipulados.
Temos a certeza porém que os blogues são espaços de excelência onde os indivíduos poderão, para além de assimilar conhecimentos, desenvolver, acima de tudo, o seu espírito crítico e o seu poder argumentativo.
Bibliografia:
http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=653457, acedido em 22-03-2009
http://jpn.icicom.up.pt/2007/04/13/licenciatura_de_socrates_suscita_debate_sobre_blogues_e_jornalismo.html, acedido em 22-03-2009
http://pt.wikipedia.org/wiki/Blogosfera, acedido em 22-03-2009
http://uminhoeducacao.blogspot.com/2008/03/o-potencial-da-blogosfera-para-aprender.html, acedido em 22-03-2009
LANKSHEAR, Colin; KNOBEL, Michele (2006). Mundos Weblog e Construções de uma Escrita Eficiente e Poderosa: Atravessar com cuidado, e apenas onde os sinais o permitam. In João M. Paraskeva & Lia Raquel Oliveira (Orgs.). Currículo e Tecnologia Educativa. Mangualde: Edições Pedagogo, Lda., pp. 97-121.
Sendo o blogue um espaço onde cada indivíduo pode escrever – de forma rápida, sem limitações, a qualquer hora e em qualquer lugar – aquilo que pensa, que sabe ou que sente, colocando essa informação em tempo real ao alcance de toda a comunidade de internautas, podemos afirmar que o seu potencial é imenso.
Tais potencialidades acarretam sempre vantagens e inconvenientes. Se por um lado, do ponto de vista educacional, a blogosfera assume-se como um efectivo meio de transmissão de conhecimento pela sua rapidez e facilidade de acesso, naturalmente que outros pontos de vista têm que ser tidos em conta: a fiabilidade, intencionalidade e veracidade das informações.
Hoje em dia muitas são as pessoas que possuem blogues, desde o comum dos mortais, até ao cientista, político ou jornalista. Se uns o utilizam por simples prazer, outros terão certamente segundas intenções, podendo usá-lo para controlar as consciências daqueles que não estão atentos e que, alienados do mundo real, são facilmente manipulados.
Temos a certeza porém que os blogues são espaços de excelência onde os indivíduos poderão, para além de assimilar conhecimentos, desenvolver, acima de tudo, o seu espírito crítico e o seu poder argumentativo.
Bibliografia:
http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=653457, acedido em 22-03-2009
http://jpn.icicom.up.pt/2007/04/13/licenciatura_de_socrates_suscita_debate_sobre_blogues_e_jornalismo.html, acedido em 22-03-2009
http://pt.wikipedia.org/wiki/Blogosfera, acedido em 22-03-2009
http://uminhoeducacao.blogspot.com/2008/03/o-potencial-da-blogosfera-para-aprender.html, acedido em 22-03-2009
LANKSHEAR, Colin; KNOBEL, Michele (2006). Mundos Weblog e Construções de uma Escrita Eficiente e Poderosa: Atravessar com cuidado, e apenas onde os sinais o permitam. In João M. Paraskeva & Lia Raquel Oliveira (Orgs.). Currículo e Tecnologia Educativa. Mangualde: Edições Pedagogo, Lda., pp. 97-121.
A2 – Dificuldades e soluções encontradas.
Foi na personalização do blogue que encontrámos algumas dificuldades, nomeadamente na atribuição de permissões aos elementos do grupo e na colocação de algumas ferramentas, tais como o relógio e a mensagem de explicação do porquê do blogue.
Tais contratempos foram possíveis de ultrapassar através da experimentação sucessiva, de uma leitura mais atenta das mensagens explicativas que estão associadas a cada aplicação e de algumas dicas fornecidas pela docente.
De salientar que como alguns dos elementos do grupo não tinham um email do Gmail (Google) tiveram que o criar, de modo a facilitar todo o processo de permissões do blogue.
Tais contratempos foram possíveis de ultrapassar através da experimentação sucessiva, de uma leitura mais atenta das mensagens explicativas que estão associadas a cada aplicação e de algumas dicas fornecidas pela docente.
De salientar que como alguns dos elementos do grupo não tinham um email do Gmail (Google) tiveram que o criar, de modo a facilitar todo o processo de permissões do blogue.
A1 – Descrição breve do processo de criação do blogue.
Na Unidade Curricular de T. C. E. II foi proposto ao grupo de trabalho a criação de um portefólio digital (blogue) para a colocação dos trabalhos que vão sendo desenvolvidos no decorrer do semestre.
Como a maioria das pessoas do grupo nunca tinha feito ou participado na construção de um blogue, aquilo que se fez em primeiro lugar foi pesquisar na internet portefólios realizados anteriormente por alunos do mesmo curso. Encontrámos alguns. Foram muito úteis para ficarmos com uma ideia geral de como dar início ao trabalho.
Outra tarefa, sempre difícil, foi a escolha do nome para o nosso blogue. Depois de algum jogo de palavras e de combinações, concordámos com o seguinte: tce-tecnoeducar.blogspot.com. Tce, porque são as iniciais da Unidade Curricular e tecnoeducar pois as tecnologias são também ferramentas importantes para educar.
O passo seguinte foi abrir na internet a página do Blogger. Depois da colocação do email e da password para iniciar a sessão, seguimos as indicações fornecidas e criámos o blogue.
Referências/Fontes:
http://educacaoemaccao.blogspot.com, acedido em 09-03-2009
http://alunaseducaminho.blogspot.com, acedido em 09-03-2009
https://www.blogger.com/start, acedido em 09-03-2009
http://pt.wikipedia.org/wiki/Blogger, acedido em 09-03-2009
http://tce2grupo6.blogspot.com/, acedido em 09-03-2009
Como a maioria das pessoas do grupo nunca tinha feito ou participado na construção de um blogue, aquilo que se fez em primeiro lugar foi pesquisar na internet portefólios realizados anteriormente por alunos do mesmo curso. Encontrámos alguns. Foram muito úteis para ficarmos com uma ideia geral de como dar início ao trabalho.
Outra tarefa, sempre difícil, foi a escolha do nome para o nosso blogue. Depois de algum jogo de palavras e de combinações, concordámos com o seguinte: tce-tecnoeducar.blogspot.com. Tce, porque são as iniciais da Unidade Curricular e tecnoeducar pois as tecnologias são também ferramentas importantes para educar.
O passo seguinte foi abrir na internet a página do Blogger. Depois da colocação do email e da password para iniciar a sessão, seguimos as indicações fornecidas e criámos o blogue.
Referências/Fontes:
http://educacaoemaccao.blogspot.com, acedido em 09-03-2009
http://alunaseducaminho.blogspot.com, acedido em 09-03-2009
https://www.blogger.com/start, acedido em 09-03-2009
http://pt.wikipedia.org/wiki/Blogger, acedido em 09-03-2009
http://tce2grupo6.blogspot.com/, acedido em 09-03-2009
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