Susana Antunes
D1 - Podcast video identitário
Titulo: 1 minuto de paixão.
Sinopse: Com este pequeno vídeo tenho a humilde pretensão de mostrar uma das coisas que eu mais gosto, uma das minhas paixões. O privar de perto (se possível, de muito perto) com um animal que acredito ser inteligente… elegante…imponente…o CAVALO.
D2 - Reflexão crítica sobre a experiência
Pois é, pensei eu, nunca fiz nada parecido pelo que não vai ser fácil.
O maior problema com que me deparei, e durante bastante tempo, foi na génese do filme. As ideias eram parcas, o tempo urgia e a minha imaginação era um deserto de ideias. Quanto eu mais me esforçava, mais longe parecia estar a solução. A chama das ideias ia-se apagando progressivamente e não via forma de sair deste impasse. Até que, como normalmente acontece, num momento de descontracção a «solução» tornou-se tão óbvia que dei por mim zangada por não me ter lembrado há mais tempo. Desde que me lembro, uma das paixões da minha vida, sempre foi o tema desta curta-metragem.
Pode parecer um contra-senso, mas os dois aspectos negativos a salientar desta experiência tornaram-se também nos aspectos mais positivos da mesma.
Limite de tempo VS Autodisciplina
O limite de tempo foi na realidade o mais difícil de gerir. A realização desta curta-metragem num minuto foi de facto um esforço hercúleo.
A autodisciplina imposta pelo «mesmo minuto» veio apelar ao meu poder de síntese e objectividade, que serão sempre importantes em qualquer actividade que venha a desempenhar.
Falta de experiência VS Conhecimento
A falta de experiência, como disse na abertura desta reflexão, associada à árdua tarefa de entrosamento com os variados programas que achei necessário para levar a bom porto este trabalho, foram alguns dos obstáculos encontrados.
O conhecimento, parafraseando Sun-Tzu, «Usa e serás Mestre», é uma verdade irrefutável quer no longínquo século XVIII quer no século das tecnologias. De facto, o que me levou longas horas na produção desta curta-metragem, levaria agora apenas algumas dezenas de minutos. O saber procurar as várias ferramentas adequadas e o seu próprio «manuseamento» dotou-me de um «know-how» que certamente será importante no futuro.
O maior problema com que me deparei, e durante bastante tempo, foi na génese do filme. As ideias eram parcas, o tempo urgia e a minha imaginação era um deserto de ideias. Quanto eu mais me esforçava, mais longe parecia estar a solução. A chama das ideias ia-se apagando progressivamente e não via forma de sair deste impasse. Até que, como normalmente acontece, num momento de descontracção a «solução» tornou-se tão óbvia que dei por mim zangada por não me ter lembrado há mais tempo. Desde que me lembro, uma das paixões da minha vida, sempre foi o tema desta curta-metragem.
Pode parecer um contra-senso, mas os dois aspectos negativos a salientar desta experiência tornaram-se também nos aspectos mais positivos da mesma.
Limite de tempo VS Autodisciplina
O limite de tempo foi na realidade o mais difícil de gerir. A realização desta curta-metragem num minuto foi de facto um esforço hercúleo.
A autodisciplina imposta pelo «mesmo minuto» veio apelar ao meu poder de síntese e objectividade, que serão sempre importantes em qualquer actividade que venha a desempenhar.
Falta de experiência VS Conhecimento
A falta de experiência, como disse na abertura desta reflexão, associada à árdua tarefa de entrosamento com os variados programas que achei necessário para levar a bom porto este trabalho, foram alguns dos obstáculos encontrados.
O conhecimento, parafraseando Sun-Tzu, «Usa e serás Mestre», é uma verdade irrefutável quer no longínquo século XVIII quer no século das tecnologias. De facto, o que me levou longas horas na produção desta curta-metragem, levaria agora apenas algumas dezenas de minutos. O saber procurar as várias ferramentas adequadas e o seu próprio «manuseamento» dotou-me de um «know-how» que certamente será importante no futuro.
Guião

Obrigada, gostei de reviver o meu pasdo de menino
ResponderEliminarfeliz com o filme do BONANZA.
Bravo!
Ahahahah. Metade do filme, nem sequer apareces, e na outra metade tas a andar de cavalo. Pois. É interessante de ver. E diz muito sobre ti. Hããããã. Nem por isso!
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